Zumbis invadem o Brasil em campanha contra o crack

Zumbis em anúncio contra o crack: cerca de 100 mil pessoas assistiram ao trailer. Foram mais de 70 mil comentários no Twitter e outros milhares no Facebook e YouTube.

São Paulo – A Master Roma Waiteman criou uma campanha informativa sobre o crack para a Associação Parceria Contra Drogas (APCD) e Editora Aymará utilizando zumbis como mote.Zumbis_invadem_o_Brasil_em_campanha_contra_o_crack

Após inúmeras pesquisas do que havia sido feito no país e fora dele, a agência enxergou a falta de uma comunicação consistente, que apresentasse os problemas do crack para milhões de jovens e crianças que ainda não haviam experimentaram a droga.

“A campanha pensada pela agência procura informar numa linguagem apreciada por adolescentes, quais as armadilhas do crack, além de mostrar claramente a droga e ainda explica o mal que ela faz” conta Flavia Waiteman, sócio e VP de criação da Master Roma Waiteman.

No dia 22 de novembro, 60 salas de cinema da rede Cinemark em São Paulo, Brasília, Curitiba, Rio de Janeiro, Manaus e Salvador exibiram o trailer Zombie – A origem, que dá a entender ter sido rodado no Brasil.

Cerca de 100 mil pessoas assistiram ao trailer. Foram mais de 70 mil comentários no Twitter e outros milhares no Facebook e YouTube. A grande maioria partindo dos adolescentes, foco da campanha na expectativa do lançamento do filme. A peça também foi assunto dos principais blogs do país para o público-alvo, como o Não Salvo, Kefera, Superinteressante entre outros.

“O trailer sobre o primeiro filme de zumbis no Brasil deu inicio a uma campanha densa e consistente sobre o crack” relata Waiteman.

“Depois de chamarmos a atenção nas redes sociais apenas com o trailer de um minuto, lançamos o filme de sete minutos com os depoimentos que contam a origem do zombie no Brasil, que é o crack”, explica o criativo.

No dia 29 de novembro, o filme subiu para o canal do youtube onde antes estava hospedado o trailer. No roteiro, personagens caracterizados como zumbis contam histórias reais, retiradas de depoimentos verdadeiros de dependentes químicos do crack. O filme figurou entre os 10 mais vistos do youtube no final de semana e na categoria Ativismo do canal ficou entre os 3 mais vistos do mundo. Em um final de semana os dois vídeos já somam 400 mil views, sem compra de mídia.

“Esperemos que esse conteúdo se propague pela rede por muito tempo. E em dois dias apenas ser capa no youtube, com 400 mil visualizações (sem dinheiro de mídia) mostra que o publico gostou do tema” comemora Waiteman.

Fonte: Exame


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