A História de Chico Mendes em quadrinhos

História de Chico Mendes é retratada em quadrinhos Uma Parceria entre Instituto Chico Mendes e Biblioteca da Floresta, com apoio da Fundação Elias Mansour (FEM), Secretaria de Turismo e Instituto Federal do Acre (Ifac), garantiu a criação do livro em quadrinhos que conta a história de vida e luta de Chico Mendes.

O lançamento foi no gabinete do governador Tião Viana, que prestigiou o evento em companhia da primeira-dama Marlúcia Cândida e dos filhos Catarina e Virgílio. O lançamento também contou com a participação dos idealizadores e coordenadores do projeto e do grupo de crianças da Casa de Leitura, localizada na Gameleira, em Rio Branco.

O que queremos é que os ensinamentos e a luta do Chico ultrapassem as fronteiras e possam ser apreendidas por todos”, comenta a primeira-dama Marlúcia Cândida. Segundo informações do site Agencias Noticias do Acre, no evento o governador realizou a liberação eletrônica do download gratuito do livro para mais de cinco mil bibliotecas públicas do Brasil.

O download permite que diversas bibliotecas de todo o mundo possam ter o material que conta em uma história em quadrinhos a vida de luta que Chico Mendes teve em vida na floresta amazônica do Acre, para que nunca se apague”, disse o professor Marcos Afonso, diretor da Biblioteca da Floresta.

O cartunista Ziraldo é o responsável pela supervisão do trabalho, que conta com os desenhos de Ferreth & Vanderlei Soares. O livro traz a historia de uma forma didática e pedagógica para as crianças, a edição do livro contou com a colaboração da escritora Walquíria Raizer.É importante disseminar a história de Chico para o mundo inteiro, por isso a importância deste livro em quadrinhos”, explica Elenira Mendes, presidente do Instituto Chico Mendes e filha do líder sindical.

Chico Mendes (1944-1988) foi um líder seringueiro e sindicalista brasileiro. Foi grande responsável pela difusão sobre a preservação da floresta amazônica. Chico Mendes foi perseguido pelos fazendeiros, sob a alegação de prejudicar o “progresso da região”. Isso aconteceu em 1987, quando agentes da ONU visitaram a Amazônia e puderam perceber a devastação da floresta.

Foi assassinado em 1988 por pistoleiros enviados pelo fazendeiro Darli Alves Pereira, que foi condenado a 19 anos de prisão. Embora tenha fugido, foi capturado novamente e condenado a mais 8 anos.

Baixe gratuitamente a edição clicando aqui.

 


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